sábado, 13 de dezembro de 2014

Homem é preso no Amazonas por estuprar jovens em rituais satânico



Renato Reis Fragata, de 30 anos, foi preso nesta quinta feira acusado de ter estuprado mais de 60 jovens em rituais satânicos. As jovens tinham entre 13 e 17 anos. Os crimes aconteceram no Amazonas, nos municípios de Parintins e Iranduba e foram descobertos por denuncias de uma professora que desconfiou de Renato ao notar que ele abordava as jovens na saída da escola todos os dias.

Ele se aproximava das jovens convidando as para participar de um grupo em uma rede social sobre uma banda de rock. Ele ia se familiarizando com as vítimas e depois as convidava a participar dos rituais satânicos . As jovens, curiosas, se deixavam envolver por Renato que logo em seguida as faziam  participar desses rituais. Por fim as jovens teriam que fazer sexo com ele na promessa de virarem bruxas.

vereadora tira calcinha em plenário



Muitos parlamentares, completamente despreparados para o exercício do mandato legislativo, chegam às diversas Casas de Lei espalhadas pelo Brasil e protagonizam cenas vexatórias, que são capazes de causar constrangimento e desconforto nas pessoas de bem que são obrigadas a presenciar tais coisas. Aqueles que são eleitos para representar o povo são, em muitos casos, incapazes de representarem até a si mesmos. Mas, eleitos pelo voto popular, assumem de fato o direito de subirem às tribunas para discursar. E foi exatamente ali, na tribuna, onde o parlamentar fala em nome do povo que a ele confiou seu voto, que a vereadora Lucimara Passos (PC do B) protagonizou uma das mais inusitadas e pitorescas cenas já vistas na Câmara de Vereadores de Aracaju - SE.

1. Origem dos fatos


Em um discurso na tribuna o vereador Agamenon Sobral (PP) teceu duras críticas à história de uma noiva que supostamente teria ido ao Altar, no dia do casamento, sem utilizar a calcinha. Revoltado, o vereador disse que essa noiva deveria sofrer uma punição física pelo ato que cometeu. Ele disse que a mulher que faz isso é vagabunda. Depois do ocorrido, foi esclarecido que a história da noiva era inverídica. Isso aconteceu no dia 25 de novembro, Dia Nacional de Combate à Violência contra a Mulher. Em sinal de repúdio, a vereadora citada foi à tribuna e manifestou sua revolta sacudindo a calcinha na mão e gritando contra as afirmações do vereador. Estava armado o circo. A vereadora chamou o colega de “criminoso” e o desafiou a lhe dar uma “surra”. Nesse momento, nem o vereador Agamenon nem nenhum outro dos colegas se manifestou quanto à atitude da parlamentar.

2. Quebra de decoro


A própria parlamentar admitiu ao site r7.com que o Presidente da Câmara, vereador Vinícius Porto, declarou nesta segunda-feira, dia 1° de dezembro, em entrevista a uma rádio local, que vai levar o caso ao plenário da casa e que, se a maioria dos vereadores entender que é necessário, poderá ser aberto um processo por quebra de decoro parlamentar contra a vereadora, o que pode culminar em pena de advertência, suspensão por tempo determinado ou cassação do mandato.

3. A versão da vereadora


A vereadora Lucimara se disse indignada com tudo o que ouviu do vereador e que as atitudes que teve foram no calor da emoção. Embora ela não admita o arrependimento, porque julgava necessária uma resposta à altura da agressão, reconhece que se excedeu. No entanto, argumenta que o colega também merecia ser punido pelo que disse, porque suas colocações foram criminosas.

4. A imunidade parlamentar



A vereadora sabe que o colega dificilmente responderá pelo que fez porque os parlamentares possuem imunidade naquilo que dizem em tribuna, isto é, eles não podem sofrer represália pelas idéias e opiniões que emitem em tribuna, por mais grotescas e animalescas que elas possam parecer. Mas essa imunidade não se estende às ações. É por isso que a parlamentar sabe do risco que corre de sofrer um processo por quebra de decoro. Ela agiu com descompostura e por isso pode sofrer as sanções previstas pelo regimento interno da Câmara de Vereadores.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Camiseta causa grande polemica



Após receber uma foto da despedida de solteira de Thais dos Santos de 24 anos com algumas amigas em Brasilia. Juan Castilhos, seu noivo decidiu abandoná-la no altar pelo simples motivo de que na camiseta que a jovem estava  usando na ocasião, tinha os dizeres "Quem comeu COMEU quem não comeu não come mais". Juan totalmente constrangido vazou da igreja, não dando nenhuma satisfação a sua noiva e nem mesmo aos convidados do motivo do abandono do casamento.

sábado, 22 de novembro de 2014

Vida em outro Planeta, Novas Descobertas.

 
Grandes distâncias entre planetas habitáveis ​​poderiam fazer a comunicação com vida extraterrestre um conceito inviável. Durante anos SETI(Search for Extra-Terrestrial Intelligence) vasculhou os céus em busca de sinais de rádio de uma raça extraterrestre inteligente , mas, apesar de seus melhores esforços não houve ainda nenhum sinal de que alguém está lá fora.
 Dado, porém, que a nossa galáxia mede mais de 100.000 anos-luz pode-se argumentar que simplesmente não há civilizações inteligentes perto o suficiente para nos mantermos contato. Mesmo se recebêssemos um sinal do nosso vizinho estelar mais próximo, Alpha Centauri, levaria ate quatro anos para que captássemos o sinal.
 Os recentes avanços no “caça” planeta estima-se mais de 40 bilhões de planetas habitáveis ​​em nossa galáxia, mas isso não ajuda se as distâncias entre eles são muito grandes. "Em média, acredita-se que as civilizações devem estar separados por pelo menos 1.000 anos-luz na Via Láctea ", disse o astrônomo Michael Garrett. "Essa é uma grande distância, e para fins de comunicação você precisa o dobro da distância de viagem, então você está falando de civilizações em torno de pelo menos alguns milhares de anos-luz, a fim de ter a oportunidade de falar um com o outro. " Há também a possibilidade de que as ondas de rádio, sendo limitada à velocidade da luz, pode não estar apto para comunicação a longas distâncias, e que uma raça alienígena suficientemente avançada pode estar usando algum outro sistema de comunicação sofisticado que ainda não conhecemos.
 Pegando sinais de rádio de uma civilização alienígena pode de fato ser como encontrar uma agulha num palheiro, com uma janela de oportunidade extremamente limitada - as chances de que isso poderia ser incalculavelmente baixo.

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